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domingo, 18 de dezembro de 2011

BABUSHKA

Todos os dias são dias de histórias na nossa sala. Ultimamente têm sido quase todas dedicadas ao Natal. 
Algumas são especiais...foi o caso desta, já escutamos duas vezes, veio neste saco...
...intitula-se "Babushka" , vinha acompanhado por um palhaçinho, um xaile, uma garrafa com licor de gengibre (na verdade era apenas água), e uma boneca um pouco estranha!
 A Helena contou está história de uma forma diferente do habitual...
 ... no quadro interativo...com o livro e dramatizada, tudo misturado!
Na casa de Babushka não se vê um grão de pó ou vestígio de sujidade: as janelas cheiram a lavado, o chão, os castiçais e o peitoril da janela brilham de asseio.  Babushka está tão preocupada com o pó e a sujidade, que não se apercebe do que de maravilhoso acontece à sua volta: a nova estrela que brilha no céu, o anjo pairando no seu jardim, a excitante notícia trazida pelos três Reis Magos que a vão visitar."
Numa pausa para descansar Babushka escuta, em sonhos, o canto de um anjo que lhe anuncia o  nascimento  de um menino num estábulo. "Babushka fica horrorizada só de pensar que o pobre bebé deve estar cheio de frio, na manjedora, naquele estábulo todo sujo. Decidida a oferecer-lhe a sua ajuda, depois de os Reis Magos terem partido, põe-se também a caminho, levando consigo um xaile para aquecer o bebé e uma cesta cheia de presentes." Mas durante a  viagem encontra diversas pessoas que precisam de ajuda...
Uma menina que chora pela boneca perdida...Babushka dá-lhe o seu palhaçinho...
Um pastor que precisa de um pouco de calor para continuar a caminhada, ao qual dá o seu xaile...uma velhinha...
 Ao chegar a Belém Babushka já não tem presentes...o seu cesto está vazio!
Desanimada, achando que deve regressar a casa ela escuta uma voz que a chama...é Maria! Então descobre que os gestos de amor fazem magia e enchem o coração de calor e alegria.
No final da história observamos e cheiramos gengibre, que é uma raiz muito perfumada que se usa como tempero ou para aromatizar doces e licores.
Descobrimos o segredo da boneca que acompanhava a história, veio do pais da  Babushka, a Rússia, e não era uma boneca só...eram dez bonecas, umas dentro das outras! Também são conhecidas como Matryoshkas!
Estas, diferentes eram seis! 
"Que lindas são, parece que nascem da barriga umas das outras" (isto ainda vai dar muito que falar, terá que ficar para janeiro)! 
As bonecas, o saco e o xaile foram emprestados pela educadora Teresa que colabora imenso connosco, para ela o nosso muito obrigada.
Estas Babushkas de papel plastificadas, ficam na sala, são para o flanelógrafo e vão permitir muitas aprendizagens.
Obrigada ainda à educadora Prazeres que nos emprestou o livro e há duas semanas que está connosco...a Helena já encomendou, mas está esgotado! 
Fica aqui a história para ver ou rever. Nós gostamos mesmo muuuuuuito dela!
Babuska hist de natal[1]

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

"O Bosque Encantado"


Ontem dia 13 de Dezembro de 2011 fomos assistir a um teatro de marionetas chamado “ O Bosque Encantado”, no salão do cine teatro. 
Contava a história de uns homens que queriam destruir a floresta, cortar todas as árvores e exterminar todos os animais para construírem prédios e estradas. Os animais não queriam que isto acontecesse, por isso resolveram assustar os homens, fizeram de conta que eram fantasmas e todos ficaram muito assustados, pois acharam que floresta estava assombrada e desistiram de a destruir.
 Gostamos muito deste teatro.
No final recebemos um presente,  um livro intitulado “A Festa do Brincar”. Sabemos que os livros são bons amigos, por isso ficamos felizes com esta prendinha.
Obrigada à Câmara Municipal e a todos que contribuíram para a organização deste evento.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Conta uma vez, conta outra vez...

É uma atividade integrada no serviço educativo do Convento de S. Paio, em parceria com a Biblioteca Municipal de Vila Nova de Cerveira. Este ano, pela primeira vez, foi alargada ao pré-escolar. 
Hoje foi a nossa vez de assistir a representação da história "O Casaco Encantado", numa adaptação realizada a partir da peça infantil de Lúcia Benedetti.
A Pantaleona, que é uma bruxa muito boa e vive na floresta do convento de S. Paio, divertiu-nos imenso, interpretando as diversas personagens e envolvendo a assistência na trama!
 O cenário foi recreado a partir do original desenhado pelo escultor José Rodrigues para o TUP-Teatro Universitário do Porto em 1979.
 "O Casaco Encantado" conta a história de dois irmãos alfaiates, João e José, que têm a missão de costurar o casaco mais belo do mundo para o rei do lugar do "Já Lá Foste", para o seu casamento.
 Mas algo muito estranho sucede ao casaco mais belo do mundo!
 A Pantaleona, com ajuda de outra personagem e das crianças consegue resolver o problema!
 Mas isto após muito trabalho e esforço de todos, porque as primeiras vezes a magia falhou!
 Foi mesmo preciso colocar uns óculos mágicos e ajusta-los bem!
 No final todos puderam experimentar o tal casaco...hum! Que fofo e quentinho era!
Gostamos muito deste teatrinho e da Pantaleona...queremos que volte muitas vezes, nós estamos cá para ajudar sempre que for preciso!

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Teatro: "As frutas".

Nos últimos dias temos andado ocupadíssimos a preparar um teatro de "fantoches". Tudo começou depois de assistirmos à história "Conversa de frutas" , com base numa animação que a Helena fez há uns anos atrás.
Gostamos mesmo muito e quisemos logo fazer um igual!
Ora igual tem alguma graça?
Já nem temos frutas, comeram-se todas nas espetadas! As cabecinhas todas a pensar encontraram solução bem depressa....fazemos de papel!
Começamos por planear, que personagens teria, neste caso que frutas e quem as iria construir. Todos queriam participar, então decidimos que algumas personagens seriam feitas a pares, um menino maior e um dos mais pequenos (eles não gostam nada que eu diga isto, porque agora são todos grandes).
Usamos papel crepe...
Procuramos recriar as cores verdadeiras das frutas.

Foram precisas muitas bolinhas...bem coladinhas!
Muitos meninos já trabalham sozinhos!

Já estão prontos, espreitem aqui...
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Os fantoches já estão feitos, de seguida elaboramos o texto. Encontramos uma fórmula que usamos para todos os frutos,  o figo  dizia assim:
- Olá eu sou o figo, cresço numa  figueira. Posso ser comido com casca bem lavado ou então descascado. Dentro da minha barriguinha tenho muitas sementinhas.
Esta fórmula ajudou a redigir o que cada fruta dizia...o seu papel! Tentamos ainda fazer algumas rimas.
Seguidamente distribuímos os papeis...pelos atores...e todos participaram.
Convidamos os colegas da sala 4 para serem o nosso público e fizemos o teatro com muito entusiasmo e motivação (e um pouco de confusão à mistura)!
No final a Helena repetiu tudo para que todos pudessem ver e ouvir bem.
Na casinha de fantoches vamos repetir muitas vezes este teatro.
 Olha aqui a laranja...ainda bem que apareceu!
Já sabemos muitas coisas sobre as frutas, como são por fora e por dentro, a planta ou árvore onde crescem,   se  se podem comer com casca, bem lavadas, ou se têm que ser descascadas... 
Demos alguns passos necessários na planificação e desenvolvimento de um teatro de fantoches. Percebemos que precisamos de melhorar alguns aspetos, como falar mais alto, dizer as frases completas, estar caladinhos quando não é a nossa vez de representar...avaliamos assim nossa prestação.
Agradecemos ao nosso público que se portaram maravilhosamente, aplaudiram muito e foram muito pacientes. Agradecemos ainda à educadora Teresa e à assistente Eugénia a ajuda que nos deram.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Fizemos um teatrinho!

Fizemos o nosso teatro da "Castanha Lili" na semana a seguir ao Magusto.  Usamos o biombo que se encontra na sala de actividades.
Primeiro a Helena fez a representação e nós assistimos, depois chegou a nossa vez.
 A expectativa era muito grande...
 Quando o castanheiro falava os olhos mexiam e ficava engraçado!
 Fomos estando atentos á história. Este biombo tem duas janelas perfeito para esta história!
 As mãos lá conseguiram chegar para todas as personagens! O Sr. Vento soprou e...
 O ouriço caiu ao chão, de dentro dela saiu a castanha Lili...
 O menino encontrou-os e levou-os para a festa do magusto da escola.
 Depois foi a vez de experimentarmos nós.
 Repetimos várias vezes...todos quiseram experimentar. O entusiasmo foi tanto que resolvemos...
levar o biombo por algum tempo para a nossa sala.
Alguns dias depois... as personagens da história já se começavam a desfazer de tanto uso, por isso decidimos repara-las e fazer um cartaz, registando assim este pequeno projecto.
 Ah! Falta um olha à Lili...coitadinha!

Desculpem-me os amigos e seguidores, mas a internet aqui de casa tem estado mais tempo sem funcionar do que outra coisa, para fazer postagens com fotos só pela noite dentro e a ritmo de caracol e não de SAPO ADSL!

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Preparando o teatro da "Castanha Liili"!

O assunto voltou à baila e decidimos mesmo meter mãos à obra.
Hoje de manhã organizamo-nos...e iniciamos este mini projecto.
Analisamos a história para identificar as personagens: o castanheiro, o ouriço, os outros ouriços (irmãos), o vento, a castanha Lili e o menino.
Seguidamente os interessados inscreveram-se no "projecto", distribuíram-se as personagens que se iriam construir e,, a pares deu-se início à sua elaboração.
 Já estavamos bem treinados a fazer ouriços, por isso foi fácil, o Diogo Lameira assim achou.
 Os dois irmãos do ouriço bonito (e vaidoso), já quase prontos!
 O ouriço vaidoso, todo jeitoso!
A Énia começou a desenhar o castanheiro.
 Trabalhamos em conjunto, entreajudamo-nos, o Afonso continuou!
 O Rodrigo começou a fazer o senhor vento.
 A Diana aqui está a recortar o castanheiro.
 Para lhe dar um toque de realismo colamos folhas verdadeiras de castanheiro, o Gonçalo B. cobriu todinhas com cola branca, nesta tarefa quase todos quiseram ajudar!
 Também juntamos ouriços verdadeiros e castanhinhas bem peqeninas.
 É necessário carregar bem para colarem, a Ariana e a Taísa fizeram essa parte.
 Este é o menino, que o Simão, a Taísa, a Énia e o Afonso fizeram juntos .
 Simpático...
A castanha Lili teve uma ajudinha da Helena, mas a Matilde e a Ariana caracterizaram-na bem!
O tecido para o vesido foi-nos cedido pela educadora teresa da sala 2, a quem agradeçemos a colaboração.
Ficou tudo a secar para amanhã completarmos e fazermos o teatro!